Parceria -Tejo Rádio Jornal – Deco- Delegação Ribatejo e Oeste

Água um Recurso Essencial Para Todos

DECO – Delegação Regional do Ribatejo e Oeste

Rua Engº António José Souto Barreiros Mota, nº 6 L

2000 – 014 Santarém

Tlf: 243 329 950 / 243 329 952 / 961 734 183

 

 

A DECO Ribatejo e Oeste pretende sensibilizar os consumidores para a necessidade de adotarem uma atitude mais responsável no uso da água potável, um bem cada vez mais escasso. Portugal está a atravessar um período de seca extrema, sendo a nossa região uma das mais afetadas, já que a quantidade de água armazenada, em fevereiro, na bacia hidrográfica do rio Tejo se encontra a 53,9%, ou seja, com um nível muito baixo de água.

 Por esta razão, e apesar de nos últimos dias ter chovido em toda o território, urge que todos os consumidores façam um esforço de racionalização do consumo de água, adotando medidas para o uso eficiente deste recurso em pequenos gestos do dia-a-dia.

A utilização racional de água pode contribuir para minimizar os riscos de escassez hídrica e para melhorar as condições ambientais.

Apresentamos algumas recomendações e sugestões:

Use as máquinas de lavar roupa e loiça só quando estiverem cheias;

Instale redutores de caudal nas suas torneiras e autoclismo;

Reaproveite a água usada sempre que possível, por exemplo na lavagem de espaços exteriores;

Feche a torneira ou o chuveiro quando não está a precisar dela e não se esqueça de a fechar ao lavar os dentes.

Altere ou ajuste os seus hábitos e a redução de consumo será significativa, sobretudo se envolver toda família nesta mudança de comportamentos. Pequenas mudanças podem traduzir-se em grandes poupanças, tanto no nosso planeta como na fatura mensal deste serviço público.

A DECO Ribatejo e Oeste encontra-se atenta à situação e defende que o Tejo necessita de acompanhamento e atenção por parte das entidades competentes, para que se encontrem formas de, em conjunto, resolver os problemas ambientais que o afetam

SUZANA PESTANA

Gabinete de Projetos e Inovação

DECO – Delegação Regional do Ribatejo e Oeste – Artigo 08-03-2018

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O consumidor na Era Digital

A Internet assume uma importância crescente no nosso quotidiano! Se pensarmos em todas as páginas que já visitámos ou nos produtos e serviços que já procurámos, comparámos e adquirimos, conseguimos perceber a dimensão da economia digital.

Comprar em linha traz enormes benefícios para o consumidor como a poupança, a comodidade e a rapidez mas ainda existe algum receio e desconfiança dos consumidores que, na verdade, precisam de maior proteção na Internet. Nem tudo está à distância de um clique, pelo que, no mundo digital a falta de proteção poderá ganhar uma nova dimensão e mais perigosa.

Quando pensamos na compra de produtos e serviços online:

Raramente conhecemos quem está do outro lado do negócio;

As encomendas nem sempre correspondem às expectativas;

Os pagamentos podem tornam-se, por vezes, pouco seguros e

As plataformas digitais, como intermediárias, não assumem muitas vezes as suas responsabilidades.

Nesta economia digital, também temos de nos consciencializar que o nosso rasto digital fica registado em múltiplas bases de dados e que os nossos dados são, atualmente a mais importante moeda de troca que mais tarde poderão influenciar a decisão de um profissional em fornecer-nos um produto ou prestar-nos um serviço. É necessário acautelar uma utilização indevida dos dados, garantindo a nossa privacidade e segurança online.

Perante esta realidade, a DECO pretende alertar para que possamos adotar comportamentos mais seguros, saber como utilizar estes serviços online, acautelando a nossa privacidade e dados evitando possíveis danos. Quanto mais informação sobre os direitos dos consumidores estiver do nosso lado, mais segura e consciente será a nossa escolha e mais rapidamente conseguiremos resolver os conflitos associados aos incumprimentos desta forma de comércio.

É assim muito importante:

Obter informação simples e verdadeira relativamente ao mercado digital

Adotar comportamentos seguros na compra de bens e serviços on-line

Saber utilizar os meios de pagamento online apropriados

Proteger as informações e os dados pessoais na Internet

Respeitar os direitos de autor no consumo de conteúdos online

Identificar e atuar de forma eficaz sobre as mensagens publicitárias em ambiente digital

Utilizar em segurança as redes sociais acautelando a sua privacidade

Ser capaz de resolver um potencial problema decorrente de uma compra online

Em caso de dúvida ou conflito pode dirigir-se à DECO – Delegação Regional do Ribatejo e Oeste, sita na Rua Engº José Souto Barreiros Mota, nº6 L  2000-014 Santarém. deco.ribatejoeoeste@deco.pt

Suzana Pestana, Delegação Ribatejo e Oeste – Artigo – 02-03-2018

 


Conta de Serviços Mínimos Bancários: O que mudou?

Artigo da responsabilidade: dia (20-02-2018)

Com a entrada em vigor do Decreto-Lei nº 107/2017 a conta de serviços mínimos bancários vai passar a incluir novos serviços.

A conta de serviços mínimos bancários é uma conta à ordem que permite ao titular aceder a um conjunto de serviços bancários considerados essenciais a um custo reduzido.

Além da abertura e manutenção da conta de serviços mínimos bancários, o titular pode, sem custos adicionais:

– Dispor de um cartão de débito para movimentar a conta de serviços mínimos bancários;

– Movimentar a conta através de caixas automáticas, do serviço de homebanking e dos balcões da instituição de crédito;

– Efetuar depósitos, levantamentos, pagamentos de bens e serviços e débitos diretos;

– Realizar transferências intrabancárias nacionais, isto é, transferências para contas abertas na mesma instituição de crédito.

A partir de janeiro de 2018, a conta de serviços mínimos bancários passou a incluir também a possibilidade de :

– Realizar transferências interbancárias, isto é, transferências para contas abertas noutras instituições, através de caixas automáticas e do homebanking. Neste último caso, existe um máximo de 12 transferências interbancárias nacionais e na União Europeia, por cada ano civil;

– Poder movimentar a conta de serviços mínimos bancários através das caixas automáticas na União Europeia.

Quanto ao custo máximo cobrado anualmente, o mesmo também sofreu alterações e será calculado de forma diferente. Assim, o limite máximo das comissões, despesas ou outros encargos que, as instituições de crédito podem exigir pela prestação de serviços mínimos bancários passará a ser de 1% do valor do indexante dos apoios sociais.

Qualquer pessoa singular pode abrir uma conta de serviços mínimos bancários se não for titular de uma conta de depósito à ordem.

Excetuam-se as pessoas com mais de 65 anos ou com um grau de invalidez permanente igual ou superior a 60%.

Qualquer dúvida contacte-nos através do Portal do GAS ou para o seguinte email: gas@deco.pt. Presencialmente deslocando-se à nossa Delegação Regional Ribatejo e Oeste, sita na Rua Engº José Souto Barreiros Mota, nº 6   2000-014 Santarém.