Centro Hospitalar do Médio Tejo revela ambição para o futuro

“O Centro Hospitalar do Médio Tejo tornou-se numa casa ambiciosa. Ambiciosa em projetos, em investimento, em rejuvenescimento e fortalecimento do seu quadro de pessoal. Somos e continuaremos a ser uma Casa ambiciosa”, foram as palavras de Carlos Andrade Costa, Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), na sessão protocolar das I Jornadas de Enfermagem, que decorreram nos passados dias 11 e 12 de maio, na unidade de Torres Novas.

Carlos Andrade Costa destacou ainda o facto de, apesar da falta de profissionais, o CHMT estar no primeiro lugar dos indicadores que medem o acesso aos cuidados de saúde hospitalares. O Centro Hospital lidera no indicador de acesso a cirurgias, apresentado uma percentagem de execução de 94% dos casos, e também no indicador de acesso a consultas, com apenas 60 dias de espera.

Durante o seu discurso, Carlos Andrade Costa, lançou a ambição para o futuro do CHMT, declarando que “hoje, em maio de 2018, já não falamos da aquisição do aparelho de TAC para Tomar e da renovação de equipamentos para toda a área da imagiologia. Já não falamos da edificação da sala limpa em Torres Novas ou da requalificação de serviços vários. Isso no CHMT é passado. Hoje falamos da criação da unidade de reabilitação respiratória, do Hospital de dia de Medicina Interna com competências para o tratamento da doença autoimune. Hoje falamos da criação da unidade de hemodinâmica. Falamos do início da atividade da nefrologia pediátrica. Hoje falamos da aquisição de um equipamento de Ressonância Magnética”.

O Presidente do Conselho de Administração do CHMT reconheceu que o CHMT, durante quase toda a sua existência, teve equipas de gestão sem experiência na gestão da saúde, o que atrasou a modernização e afirmação técnica deste Centro Hospitalar e defende que “agora há que fazer tudo a um ritmo mais acelerado, intenso e abrangente na diversidade das especialidades hospitalares”.

Para Costa “os exercícios orçamentais dos próximos anos terão que afetar um esforço ao investimento superior ao milhão de euros que tem sido realizado desde 2015.”