Opinião/2022 A Redação Abril 27, 2023 (Comments off) (326)

Opinião – Chega de podridão  

No Dia da Democracia, os representantes do povo na Assembleia da República deram uma imagem vergonhosa do Estado a que CHEGA(mos). 

Presidente da República e Primeiro Ministro bajuladores e a colocarem um Presidente condenado por corrupção num pedestal. Marcelo e Costa passaram uma imagem de um Portugal pequeno, subserviente e sem ambição.  

Somos pequenos no pensamento e na qualidade dos que nos governam, mas somos grandes no potencial, na cultura e na capacidade de fazer acontecer dos trabalhadores portugueses. 

Se Cristiano Ronaldo pensasse pequeno nunca teria saído do Bairro pobre onde cresceu na Madeira. É o melhor do Mundo e um dos atletas mais ricos do mundo.  

No Dia da Liberdade, vimos o Presidente da Assembleia da República limitar o direito ao protesto e à indignação. Santos Silva só ajudou a dar mais palco ao CHEGA que tanto teme. 

A terceira força política em Portugal partiu do zero e cresce com o apoio e a cobertura dos socialistas que viram em André Ventura um bode expiatório para desviar as atenções das trapalhadas que continuam a fazer. 

Todos os dias há mais um capítulo nesta novela socialista que inclui mentira, traição, corrupção, oportunismo e canalhice quanto baste para alimentar várias séries com diferentes temas. 

António Costa é um bom realizador, um homem inteligente, resiliente e um ator com provas dadas.  

O Primeiro Ministro está rodeado de um elenco fraco, gasto e sobre o qual está a perder a mão. Há raras exceções que são ocultadas com a visibilidade dada à mediocridade dos que governam mais perto de Costa. 

O maior partido da oposição, o PSD não dá garantias de que possa fazer melhor. Para já. Talvez, com uma nova liderança que renove e reconquiste sociais democratas com provas dadas possa construir uma alternativa com sentido de Estado e um plano estratégico para travar a decadência da democracia e evitar que caminhemos para uma nova banca rota.     

 Salvemos Portugal, enquanto é tempo. 

Chega de podridão! 

Nelson Lopes – Licenciado em Ciências da Comunicação  

Pós Graduado em Jornalismo Judiciário e Gestão Autárquica