Presidente da Câmara do Cartaxo faz apelo ao Governo

Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da câmara Municipal do Cartaxo, apela ao governo para reconsiderar o encerramento do comércio local.

Autarca quer centros de estudos e de explicações na lista de estabelecimentos abertos e contesta encerramento de pequeno comércio que “está a ser castigado apesar do cumprimento estrito das normas da DGS e apesar de, na nossa comunidade, nunca ter havido qualquer surto conhecido de transmissão a partir do comércio local”.

Outras decisões decretadas pelo Governo “suscitam-me algumas dúvidas sobre a sua eficácia e sobre a sua coerência, mas compreendo a complexidade das decisões que estão a ser determinadas. Faço o apelo para que possamos estar todos mobilizados, com sentido de comunidade, para que este enorme esforço que nos é uma vez mais pedido se revele importante para a diminuição de casos de contágio, para que possamos o mais depressa possível regressar à normalidade. A saúde de cada um será sempre a principal preocupação, mas não podemos esquecer que a economia local já sofreu muito no ano passado e é ela que sustenta a maior parte dos postos de trabalho no nosso concelho”.

O Presidente da Câmara Municipal saudou as medidas de apoio às empresas, ao emprego e à área da cultura “são muito importantes as medidas anunciadas pelo Governo para a área da cultura, fazendo justiça a todos aqueles que nela trabalham e muito contribuem para o desenvolvimento social e económico do país”. Sublinhou, ainda, na área das empresas “que é muito importante que o reforço de verbas ontem anunciado pelo Ministro de Estado e da Economia cheguem depressa às empresas, quer para atenuar o impacto da pandemia, quer para que as empresas mantenham a sua capacidade produtiva, para que o nosso comércio e os nossos prestadores de serviços resistam a mais este período de portas fechadas”.

A Câmara Municipal está a preparar o Programa de Recuperação Económica e Social do Concelho do Cartaxo para apoiar as famílias, as empresas e as instituições (solidariedade social, cultura, desporto e juventude) mais afetadas pela pandemia.   

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