Presidente da JSD responde às acusações de falta de seriedade

Publicado em 15 Out 2018
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A Juventude Social-democrata do Cartaxo emitiu um comunicado em que responde às alegadas acusações de falta de seriedade feitas pelo Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro.

Segundo a estrutura da juventude “laranja” do Cartaxo, “é a terceira vez que o Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo acusa a JSD de não ser séria nas propostas políticas que apresenta”.

Em causa estão as palavras do Presidente do Município na última Assembleia Municipal, depois da JSD ter sugerido que fosse implantado um percurso de manutenção em Valada.

O Presidente “acusou a JSD de falta de seriedade política, justificando que a ideia era dele e que já o tinha dito noutros fóruns”, afirma Bruno Galaio, Presidente da JSD Cartaxo.

Em resposta ao Presidente da Câmara, o líder da JSD, declarou que “não podemos falar de seriedade política quando somos autarcas há 15 anos e lamentamos a herança pesada que nos foi deixada pelos anteriores executivos dos quais fizemos parte”. Para Bruno Galaio, “isso sim, não é sério”.

O Presidente da estrutura da juventude social-democrata afirmou ainda que “no passado, a JSD apresentou um plano da juventude, que foi chumbado e muito criticado pelo Presidente da Câmara, que disse que o plano era dele e que estava quase acabado e pronto a implementar. Até hoje ainda não há plano da juventude. Aliás, no Conselho Municipal da Juventude, o Senhor Presidente disse que o Cartaxo não tem um plano da juventude porque não precisa dele e funciona bem assim”.

“Apresentámos uma proposta que pretendia um compromisso intergeracional e interpartidário. Tínhamos como objetivo integrar todos nesta proposta para apresentarmos uma candidatura ao Portugal 2030”, explicou Bruno Galaio, não esquecendo que “a bancada do partido do Senhor Presidente chumbou esta moção e passado uma semana o Senhor Presidente estava a disparar e-mails para todos os partidos políticos a pedir contributos para este tópico. No fundo, o que nós pedíamos”.

Segundo Bruno Galaio “é uma honra que o Presidente tenha gostado da ideia, porém esqueceu-se de integrar os comerciantes e os outros agentes económicos na proposta”.

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