O Rio Tejo e o seu património arquitetónico no Porto

A exposição está patente até dia 30 de maio, na sede da OA/SRN, Rua Álvares Cabral, 144, Porto e pode ser vista de 2ª a 6ª feira, das 10h00 às 18h00.

Embora o vasto campo de ruínas, junto ao rio Tejo, tenha sido saqueado durante muitos anos pelos camponeses da região, que ali foram buscar pedras para a construção de casas e muros, ainda se conservam muitos vestígios de construções acima do nível atual do solo que devem ser requalificados e acima de tudo assumidos como espaços históricos e de memória da freguesia de Ortiga.

Os projetos de investigação incidem sobre aspetos arquitetónicos das cidades, nunca estudados. Em Mação o estudo, levado a cabo pelos arquitetos Filipe Neto e João Quinas, explora o Rio Tejo como gerador de percursos arquitetónicos, na Freguesia de Ortiga, em Mação.

Segundo os autores do projeto «outrora o Município de Mação era conhecido como um sanatório urbano, e foi a partir dessa abordagem que a “água” passou a assumir-se como elemento fulcral no desenvolvimento deste trabalho».

Num trabalho de 11 Arquitetos que dão a conhecer, 10 projetos inéditos de investigação sobre património arquitetónico do séc.XX, 22.500 euros foi o valor das bolsas de investigação atribuídas aos projetos que são apresentados na exposição “Cidade e Arquitetura

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