Votar para o Presidente da República

  Devido à pandemia, o voto antecipado em mobilidade foi alargado a todos os eleitores recenseados no território nacional, mas é necessário fazer um pedido expresso para o efeito, entre os dias 10 e 14 de janeiro – por email ou via postal – conforme informação na plataforma eletrónica  www.votoantecipado.mai.gov.pt

A Câmara Municipal do Cartaxo vai ter mesa de voto dedicada a receber os votos antecipados que funcionará no edifício-sede do município no dia 17 de janeiro, domingo, das 8h00 às 19h00

 Os eleitores em confinamento obrigatório, poderão exercer o seu direito de voto, através do voto antecipado solicitado na plataforma eletrónica ou, indicando à junta de freguesia onde estão recenseados – através de terceiro que apresente declaração assinada pelo próprio e cópia do seu CC/BI. O pedido pelos eleitores em confinamento obrigatório deve ser entregue entre dia 14 de janeiro e dia 17 de janeiro. A Câmara Municipal já constituiu equipa para a recolha dos votos de eleitores em confinamento obrigatório.

No dia 24 de janeiro, vai decorrer o primeiro ato eleitoral nacional desde o início da pandemia da doença Covid-19. As Eleições Presidenciais vão decorrer com medidas de segurança que permitam o exercício livre e universal do direito de voto, em segurança.

Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da Câmara Municipal do Cartaxo explicou que as principais alterações ao ato eleitoral implicam reforço do trabalho das autarquias no processo eleitoral – “pela primeira vez, as sedes de município poderão ter uma mesa de voto para exercido do voto antecipado, a organização das mesas de voto ganha relevância pela necessidade de cumprir medidas muito rigorosas, que permitam o exercício do direito de voto em total liberdade, mas em segurança, e o voto dos eleitores em confinamento obrigatório será recolhido por uma equipa multidisciplinar da câmara Municipal”.

A Câmara Municipal garante também que “nenhuma mesa de voto terá mais de mil eleitores, razão pela qual a mesa do Pavilhão do Inatel foi desdobrada”, explicou Pedro Magalhães Ribeiro que destacou “o papel das juntas de freguesia na organização do processo eleitoral”, que considera “essencial para que os eleitores se sintam confiantes e exerçam o seu direito de voto em total liberdade”.

A autarquia está também a coordenar “o apoio a todas as IPSS que necessitem para que os seus utentes possam exercer o direto de voto”, afirmou Pedro Magalhães Ribeiro que destacou as ERPI – estruturas residenciais para idosos – “junto das quais a área de Ação Social e Saúde já divulgou a informação especifica da Comissão Nacional de Eleições”.

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